sábado, 13 de julho de 2013

Campinas - SP: Visão panorâmica

Ver a cidade em 360º e um lindo pôr do sol. Ou contemplar o anoitecer. Onde? No ponto mais alto de Campinas: a Torre do Castelo.


O local, feito originalmente para abrigar uma caixa d’água que abastecia os bairros da região norte, era inicialmente chamado de “Castelo d’água. Informações do site da Prefeitura dão conta de que a torre possui 27 metros de altura e está em um ponto estratégico para o desenvolvimento urbano da cidade.

“O prédio foi construído entre 1936 e 1940 com capacidade para 250 mil litros de água e com encanamentos de ferro fundido (importados da França) e seis janelas, de onde é possível ter uma visão em 360 graus da cidade. O terreno escolhido para a construção foi a praça circular do Jardim Chapadão, de onde partia uma das avenidas centrais da nova cidade, a Andrade Neves”, conta a história do site da Prefeitura.


Estas peças importadas da França e outras utilizadas no encanamento podem ser visualizadas lá mesmo, na Torre do Castelo. Na entrada, o visitante já as encontra assim como uma réplica da Torre.


Depois, é hora de começar a subida dos degraus que levam à melhor parte da Torre. Após alguns lances de escada, será possível ver outras peças também utilizadas no encanamento da cidade. Elas fazem parte do Museu Histórico da Sanasa (a empresa de Abastecimento de Água e Saneamento de Campinas).



Na sequência, é a vez da escada caracol. Degraus e mais degraus estreitos que vão te levar ao topo da torre.



E é lá no topo onde o visitante poderá ver toda a cidade, em 360º. Cada janela, possui um painel com informações sobre a região que está sendo avistada.



No teto, uma bússola indica qual região pode ser avistada.


O período de maior movimento é no fim da tarde, quando se pode ver um espetáculo único: o pôr do sol. As cores amarelada e alaranjada começam a aparecer com a chegada da noite.




Além disso, o visitante pode ver outros pontos da cidade. Aproveite para tirar fotos. A vista panorâmica é linda.







A Torre do Castelo fica na Praça 23 de outubro, s/nº, no jardim Chapadão. A Praça fica na confluência de avenidas como a Andrade Neves, Alberto Sarmento e a Francisco José de Camargo Andrade, além de outras. O horário de funcionamento é bastante estratégico para as melhores visualizações: sábados e domingos, das 15h às 21h. A entrada é gratuita. 

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#Campinas #Castelo #oquefazer #fimdetarde

sábado, 6 de julho de 2013

Campinas - SP: Um passeio no marco da história cafeeira

Há algumas semanas, o blog trouxe como sugestão um local muito popular de Campinas, a Lagoa do Taquaral. A dica desta semana está ali do lado, ou melhor, em frente: o Lago do Café!


A área em que está localizado este parque é um marco da história de Campinas, pois, de acordo com o site da Prefeitura, ela é remanescente da antiga sesmaria de Francisco Barreto Leme, fundador oficial da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso! Ufa... o nome da cidade em 1774 era grande!

Mas, voltando à história... “A área foi produtora e fornecedora de milho, feijão, cana-de-açúcar e aguardente aos tropeiros que seguiam pela Estrada dos Goiáses rumo às minas de ouro de Goiás e de Mato Grosso. No final do século XVIII, estas terras se voltariam para a produção de açúcar e, em meados do século XIX, para a produção de café, integrando-se a então Fazenda Taquaral, em um processo produtivo que em pouco tempo transformaria toda a história do Estado de São Paulo”, segundo o site da Prefeitura. O local tornou-se parque em 1992, depois que foi doado à cidade.


O Lago do Café foi reaberto este ano, depois de cinco anos fechado, devido ao risco de contrair febre maculosa, já que três funcionários morreram lá devido à doença. As capivaras, hospedeiras do carrapato estrela, foram eliminadas e foi feita a limpeza do local. Mas placas informando sobre o risco da doença foram espalhadas pelo parque.


A sugestão é que após fazer uma caminhada pela Lagoa do Taquaral, você dê uma esticadinha e faça uma caminhada também no Lago do Café. A pista de caminhada é boa.


Lá também tem um lago, onde se pode contemplar a tranquilidade das águas.


Um casarão foi construído em 1972 como uma cópia não fiel da antiga casa sede da Fazenda Taquaral. Lá funcionava o Museu do Café até o parque ser fechado devido ao risco da febre maculosa. Atualmente, não há previsão de reabertura do Museu.


As crianças podem se divertir na Casa das Bonecas. Uma linda casinha construída em frente ao Casarão, que possui até um mini poço, onde as crianças podem desenvolver a criatividade.


Vale a pena ampliar a caminhada entre as árvores do Lago do Café. O local fica na Av. Heitor Penteado, 2145, no Parque Taquaral. O horário de funcionamento vai das 6h às 19h.


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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Campinas - SP: Vamos dançar?

Desde que o blog começou, tenho sugerido passeios para fazer durante o dia. Porém, esta semana resolvi trazer uma sugestão para a noite! Sim, também é muito bom sair à noite, principalmente se vamos com amigos ou com uma companhia especial.

E junto com esta sugestão vem um convite: vamos dançar? Dançar não significa apenas ir para a balada de technomusic ou balada sertaneja, como virou moda. Podemos dançar também ritmos de salão! E um local muito legal para isso em Campinas é o Rudá Bar.


De acordo com o site do local, o Rudá foi inaugurado em 2005. Hoje, ele se tornou um espaço para quem aprecia a dança.

A programação é variada! Samba, salsa, forró, sertanejo, rock, bolero, entre outros fazem a festa dos dançarinos do Rudá, que é frequentado por pessoas de todas as idades. No domingo, a tradição é o forró das 6: um dia dedicado apenas à este ritmo.


Outra coisa legal do Rudá  é que sempre há algum workshop gratuito de dança, seja samba, zouk, forró... pelo menos os passos básicos você pode aprender.

Porém, se mesmo assim você, caro leitor, estiver pensando: “mas eu não sei dançar!”, sugiro que vá mesmo assim. Todos vão lá para treinar ou aprender a dançar. Então, perca a timidez e se jogue na dança! Se você ainda não conseguir encarar os passos, há mesas e cadeiras de onde você pode apreciar dançarinos profissionais e amadores.

Dica: Rapazes não fiquem com vergonha de tirar as moças para dançar!


Também tem petiscos tradicionais, salgados, lanches, caldos e escondidinhos, além, claro, de bebidas, como refrigerantes, sucos, cervejas e drinks. O bar funciona nas sextas-feiras e sábados, das 21h à 1h, e no domingo, das 18h às 22h30. O valor da entrada varia de acordo com a programação e pode ir de R$ 10,00 a R$ 30,00. O Rudá fica na Av. Santa Isabel, 490, em Barão Geraldo. Mais informações podem ser obtidas pelo site agendarudabar.blogspot.com.br.

Tem alguma sugestão de passeio? Então, não esqueça de deixar um comentário!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Itatiba - SP: Trilha em um zoológico

Uma trilha de 3 km em meio à mata, rodeado por animais diversos. Este é o Zooparque Itatiba, que vendo pelo nome, há quem diga que é um passeio de criança, mas, na verdade, ele encanta a todos, desde os pequenos até os adultos (e posso afirmar que, no dia que visitei este local, havia mais adultos do que crianças!).


Segundo o site, o Zooparque nasceu em 1994, como “Paraíso das Aves”. Na época, cerca de mil aves estavam em exibição ao público. Mas, com o passar do tempo, ele se diversificou e passou a abrigar mamíferos, répteis, anfíbios e peixes.

Além da variedade de animais, a grande característica do Zooparque é a maneira como os animais estão nos recintos. Estão dentro de recintos que reproduzem o habitat natural deles e parecem livres, como as araras.


A trilha começa de uma maneira um pouco diferente: dentro do viveiro das aves. Sim, você entra no local que elas estão! É uma grande emoção ver papagaios, ararajubas, ararinhas, entre outras voando próximas a você.



Lá ainda tem uma simpática ararajuba que vem na divisória da “casa” das aves e do local, por onde os humanos passam. Ela parece dar as boas-vindas aos visitantes.


Seguindo pela trilha, é possível ver animais fantásticos, exóticos e até alguns que estão em extinção.



Andando mais um pouco, você chegará à área dos macacos. Eles ficam em jaulas, com um vidro na frente, fazendo com que se tenha um contato mais próximo.


Também há espaços que imitam as savanas africanas. Rinocerontes, elefantes, girafa: gigantes que impressionam os visitantes.




Com sorte, você ainda encontra na trilha a curiosa cotia. Encontrada próxima ao recinto da girafa, ela passeava livremente, farejando tudo que encontrava pelo caminho.


O visitante ainda pode ver os filhotes na Maternidade. No espaço, também há cobras, iguanas, jacarés e até o mico-leão dourado está lá.




Outra atração são as Estações de Toque. Antes de começar a trilha, monitores do parque deixam alguns animais para que o visitante possa tocar, como o filhote de jacaretinga ou o fofinho porquinho-da-índia.



Dica: faça muitas fotos! Se você for amante da fotografia, vai ficar difícil escolher as melhores!






O visitante também pode ver a alimentação dos animais. O Zooparque ainda possui restaurante, lanchonetes e loja de artesanato. As crianças também podem brincar no playground, Water Ball ou fazer passeios a cavalo.

O Zoo fica na Rodovia Rodovia Dom Pedro I Km 95, no Bairro Paraíso das Aves, em Itatiba. Atenção: a entrada é a mesma do Posto de Combustíveis e do Lazúli Hotel. Para chegar ao Zoo, deve-se passar atrás do Hotel. O horário de funcionamento é de domingo a domingo, das 9h às 17h. O ingresso custa R$ 36,00 para adultos nos finais de semana e feriados e R$ 30,00 de segunda a sexta-feira; R$ 18,00 para crianças, estudantes e professores aos finais de semana e feriados e R$ R$ 15,00 de segunda a sexta-feira; e R$ 20,00 para idosos com 60 anos ou mais aos finais de semana e feriados e R$ 18,00 durante a semana. Mais informações podem ser obtidas no site www.zooparque.com.br

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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Limeira - SP: Uma conversa entre o antigo e o moderno

A cidade de Limeira, ou melhor a Freguesia de Nossa Senhora das Dores do Tathuiby, começou a nascer em 1830, de acordo com informações do site da Prefeitura. Anos depois, um quarto de légua em quadra foi doado pelo Capitão Luiz Manoel da Cunha Bastos para a construção da nova cidade. Mas, o ano dado como o de fundação da cidade é 1826, quando foi terminada a estrada Morro Azul - Campinas. 

Por que começar este post com a história de Limeira? Porque a dica desta semana é sobre um dos poucos prédios que restaram do século XIX: o Casarão. O local serviu de moradia para o Senador do Estado de São Paulo, Ezequiel de Paula Ramos, por volta da década de 1870. Depois, de passar por um processo de restauração, ele abriga agora o Espaço Cultural Engep, recém-inaugurado.


Na entrada, um pedaço de calçada de pedra, em meio às pedrinhas portuguesas. Essas pedras foram descobertas na calçada do Casarão durante a restauração.


De acordo com o curador João Berto, o local é uma mistura do histórico com o moderno. E para representar, a primeira exposição é “Emiliano Bernardo – Imagens em Movimento”. O artista é um arquivo vivo da história da cidade. Desde muito cedo, ele registra fatos de Limeira em vários meios. Por isso, a exposição foi dividida em três salas. A primeira é a sala do cinema. Lá, cinco blocos de vídeos são exibidos, sendo um por dia.


Já na segunda, a exposição trata da fotografia. Lá estão equipamentos fotográficos e de filmagens, além de fotos feitas pelo artista.



Por último, o visitante pode conhecer a sala das artes plásticas. Estão expostas telas que retratam flores, imagens sacras e igrejas da cidade.


Nesta sala, também estão as esculturas feitas pelo artista e os prêmios recebidos por Emiliano Bernardo no teatro.



Também há uma área externa, com mesas e cadeiras e um lindo jardim.


Para complementar este post, abaixo você encontra uma reportagem realizada para a TV Mix Regional sobre esta exposição.


A exposição vai até o dia 22 de junho e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 13h. A entrada é gratuita. Apesar da data de término, outras exposições já estão programadas, por isso, se você, caro leitor, estiver na cidade, não deixe de conhecer o Casarão. O Espaço Cultural fica no Largo da Boa Morte, 118, Centro, em frente a Igreja da Boa Morte.

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